No ano passado, Donald Trump foi o primeiro presidente dos EUA a assistir a um Super Bowl. Este ano, ele cancelou a participação – e a culpa não é (apenas) do espetáculo do intervalo.
Donald Trump não estará presente no Super Bowl LX em Santa Clara – foi o que o presidente dos EUA anunciou ao “New York Post”.
No entanto, o motivo não é a sua antipatia pela Califórnia, governada pelos democratas, mas sim um motivo bastante banal.
“É muito longe”, explica Trump, acrescentando: “Eu iria. Recebi ótimos bilhetes para o Super Bowl, eles gostam de mim.»
O voo da capital Washington D.C. para São Francisco, na costa oeste, dura seis horas.
Em 2027, o Super Bowl será realizado na vizinha Los Angeles, e o voo de Washington também levará cerca de seis horas.
Portanto, não é improvável que Trump também não compareça à grande final da temporada da NFL no próximo ano.
Super Bowl: Bad Bunny, crítico de Trump, fará o show do intervalo
Além da Califórnia democrata ser a sede do Super Bowl 2026 e da longa viagem, há ainda uma terceira razão possível para a ausência de Trump: Bad Bunny.
O porto-riquenho é o artista do intervalo deste ano e um crítico declarado de Trump — assim como a banda Green Day, que também tocará antes do início do Super Bowl. Para o vocalista Billie Joe Armstrong, Donald Trump e o seu gabinete são «um governo fascista».
Agora, Trump critica abertamente o elenco: «Sou contra. Acho que é uma decisão terrível. Isso só alimenta o ódio. Terrível.»
O confronto entre o músico e o presidente dos EUA entra assim na próxima fase: Bad Bunny não dá mais concertos nos EUA por motivos políticos.
Trump, por outro lado, já anunciou que a agência de imigração ICE também estará ativa no Super Bowl.




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